Serviços
Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Projetos de extensão

Projeto oficinas de capacitação dos profissionais gestores e equipes multidisciplinares de saúde mental

Visa integrar tecnologias digitais nas atividades das equipes multidisciplinares nos ambientes de saúde mental e produzir transformações e melhorias em seus processos de trabalho. O projeto prevê a ampliação das atividades de formação que contribuam com a execução das Políticas de Saúde mental construídas no bojo da luta antimanicomial, portanto, compreende a reflexão sobre procedimentos, metodologias, formas de atender e cuidar dos sujeitos em circunstâncias de sofrimento psíquico que buscam atendimento nos ambientes de saúde mental.

Projeto oficinas de artes, fotografia, vídeo na saúde mental

Visa possibilitar através das artes, da fotografia e vídeo dar voz à loucura, aos sofrimentos humanos, à potência da generosidade e do Amor, inventando formas de cuidar e acolher. Seguimos neste projeto a trilha da grande Mestra Nise da Silveira para quem é necessário certa dose de loucura para viver a imaginação: “Não se cura além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas muito ajuizadas.



Projeto oficinas de jogos digitais na saúde mental

Visa possibilitar, fomentar e difundir modos de inserção de tecnologias da informação e comunicação - TIC - no campo de articulação entre saúde mental e informática, como estratégia de produção e/ou ampliação das redes sociais dos sujeitos envolvidos. A partir da inserção de jovens e adultos em um ambiente sensível equipado para interação em rede com diferentes artefatos técnicos, estaremos, ainda, aplicando e estudando os movimentos de constituição do laço ao outro e do laço com o conhecimento empreendido pelos sujeitos atendidos pelo CAPS na própria instituição; possibilitando os movimentos de construção e interação criativa produzida através de ferramentas tecnológicas (estamos desenvolvendo uma Plataforma de Recomendação de Jogos) e relacioná-las a possíveis avanços na elaboração dos impasses que geraram suas experiências anteriores de sofrimento. A oficina situa-se como tecnologia social, um recurso inovador para o atendimento em saúde mental e estaremos acompanhando a constituição da rede de trocas constituída por crianças, jovens e adultos nas mesmas como estratégia de produção de novos devires junto com sujeitos que vivem circunstâncias de sofrimento psíquico em nossas comunidades.

 
É necessário se espantar, se indignar e se contagiar , só assim é possível mudar a realidade.. em nossa sociedade.

Nise da Silveira